Hello again!
How did you like the first part of the process?
Did you find it interesting?
Well let’s go to part two of these series of posts.
2nd Phase
After de first drafts on paper, it was time to decide what fabric I’d use, exactly how I was going to transfer the design to fabric and how I would simulate the intricacies of filigree on to fabric.
Well choosing the fabric was not that difficult. I find that natural linen is like a blank canvas that allows you to print, embroider and do whatever you imagine. It takes any color and doesn’t clash with it, as you can see below. A similar effect, for me, is unbleached fabric, it also acts has a neutral backdrop for many mediums.


(Photos taken with different light conditions so the fabric seems to have different base colors)
I decided then to embroider the design onto the fabric because it would give it texture and it would also be possible to translate the swirls of the filigree onto the fabric. Being a heart, based on a very traditional craft and symbol I initially choose to do it with red thread.
I found out, soon enough, that the most difficult part would be to transfer the design onto the fabric. Since it would not be washed after it’s finished, I could not use many of the methods that usually work to transfer the designs and I found that the pencils and chalks, that could disappear after I finished, didn’t have a clear enough line to follow in that color fabric.
I could draw the contour, more or less clear, and the rest I would have to decide what to do.
I then started to embroider the contour of the heart and the top part of it.
What could I do to transfer the difficult swirls and spirals onto the fabric?
More in coming posts.
Next: [3] – Finding a Solution
Before: [1] – Starting
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Olá novamente!
Gostaram de ver a primeira parte do processo?
Acharam interessante?
Bem, vamos para a segunda parte desta série.
2 ª Fase
Depois dos primeiros rascunhos em papel, estava na hora de decidir que tecido usaria, como iria transferir o desenho para o tecido e como simularia as complexidades da filigrana no tecido.
Bem, escolher o tecido não foi difícil. Acho que o linho natural é como uma tela em branco que permite imprimir, bordar e fazer o que você imaginar. Aceita bem qualquer cor e não compete com as cores colocadas, como podem ver em cima. Um efeito similar, para mim, tem o pano-cru, também é um pano de fundo neutro para muitos meios.
Decidi então, bordar o desenho no tecido, porque assim seria capaz de dar-lhe textura e também seria possível reproduzir as espirais da filigrana no tecido. Sendo um coração, com base em um ofício e símbolo tradicional, inicialmente escolhi fazê-lo com linha vermelha.
Descobri logo cedo, que a parte mais difícil seria a de transferir o desenho para o tecido. Uma vez que não seria lavado depois de terminar, eu não poderia usar muitos dos métodos que normalmente funcionam para transferir os desenhos e descobri que os lápis e giz de alfaiate, que poderia desaparecer depois de terminar, não deixavam linhas claras o suficiente para seguir em que o tecido daquela cor.
Conseguiria desenhar o contorno, de forma mais ou menos clara, e o resto teria que decidir o mais tarde o que fazer.
Comecei então a bordar o contorno do coração e parte superior do mesmo.
(Fotografias tiradas em condições diversas de luz pelo que o tecido parece ter cor base diferente)
O que poderia fazer para transferir as espirais tão difíceis para o tecido?
Mais nos próximos posts.
A seguir: [3] - Finding a Solution
Antes: [1] – Starting
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